terça-feira, 19 de outubro de 2010

Dilma recebe apoio de vários artistas!

A classe artística brasileira tem lado! O lado da democracia e dos avanços sociais! Por isso votam em Dilma 13 para presidir nosso país. Os artistas por muito tempo foram perseguidos no Brasil. Seja na época da ditadura ou mesmo após ela. A censura foi presente ate meados da década de 90, durante o governo de FHC. E também por um argumento bem simples eles votam na candidata do presidente Lula: Porque com o presidente Lula ficou mais fácil as classes menos favorecidas terem acesso a cultura e ao lazer, aumentando assim o acesso a shows, peças teatrais e espetáculos. Vamos continuar essa corrente pra frente!












E ontem vários artistas lançaram também um manifesto pró-Dilma, no Rio de janeiro. Vamos aglutinando forças para vencer as eleições no dia 31 de outubro! Os mais esclarecidos e menos suscetíveis a boatarias tem que invadir as ruas e conversar com o máximo de pessoas possíveis para o Brasil Seguir Mudando e não voltar a época o Gigante de Joelhos, submisso aos interesses internacionais e que maltrata sua população! Vamos a luta companheiros! Agora é #Dilma13!

Firme na Luta!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

UJS Pernambuco realiza plenária pra colocar militância nas ruas para eleger Dilma Presidente do Brasil



A União da Juventude Socialista (UJS) em Pernambuco realiza plenária com suas principais lideranças juvenis para aprovar calendário de atividades pró-Dilma. Num clima de muita descontração, os militantes da UJS se reuniram após o vitorioso primeiro turno para agora intensificar a campanha eleitoral em favor da melhor alternativa para o país, Dilma Rousseff. Atividades diárias em vários municípios já começam acontecer desde hoje e vão até o próximo dia 31, dia do segundo turno das eleições. Conversar com muitos jovens nas escolas e universidades, nas praças e nas ruas, em eventos e nas praias é a tarefa imediata dos jovens socialistas. Organizar um verdadeiro mutirão para continuarmos no rumo das mudanças com Dilma Rousseff presidenta da república. Não vamos deixar que essa onda de boatos confunda a nossa juventude. Voltar ao tempo FHC \ Serra é inaceitável. Queremos aprofundar as mudanças iniciadas em 2003 com o presidente Lula e manter a capacidade de sonhar do povo brasileiro. Com mais Universidades, mais saúde, segurança, saneamento, desenvolvimento regional e social.


Na plenária também foi informado o calendário das entidades estudantis (UEP e UMES) que marcaram para a próxima sexta-feira (22\10) uma Assembléia Geral estudantil para decidir sobre o posicionamento das entidades no segundo turno. A concentração será na rua do lazer, centro do recife (Na Universidade Católica), a partir das 13h e são esperados mais de 6 mil estudantes.

Para o Brasil seguir mudando, tem que ter DILMA PRESIDENTA!

Por um Brasil mais justo socialmente e sem privatizações!


#Brasil13


Firmes na LUTA!

Emir Sader: campanha mais ofensiva levará Dilma à vitória

A campanha presidencial entrou numa nova etapa, a quarta e, provavelmente, a última e definitiva.

. A primeira correspondeu ao longo período de liderança do Serra nas pesquisas, basicamente pelo fenômeno do recall, que aparentemente se chocava com a enorme popularidade do governo Lula, refletida na grande proporção de pesquisados que revelavam preferência pelo Serra, mas afirmavam querer votar pelo candidato do Lula.
. A segunda correspondeu à lenta, mas segura ascensão da Dilma à liderança das pesquisas, pela transferência de votos, correspondente ao mecanismo apontado acima.

. A terceira foi a da contraofensiva da direita, que conseguiu um atalho – conforme a feliz expressão de Maria Ines Nassif – com o tema do aborto, para chegar ao lado conservador de um eleitorado favorável ao governo Lula, beneficiário das políticas sociais. Pesou também – em proporções ainda a definir – a denúncia do caso Erenice, afetando a imagem da Dilma. A resultante foi uma inflação dos votos da Marina de setores evangélicos por um lado, de setores descontentes com o PT e o governo Lula, que afetou a votação da Dilma, levou indecisos para a Marina e levou a eleição para o segundo turno. 
. Este mesmo período se estendeu ao inicio do segundo turno, com a transferência majoritária dos votos da Marina (+ de 50%, segundo as pesquisas) para o Serra, encurtando as distâncias em relação a Dilma. Tudo isto sob o forte impacto da campanha de denuncias e difamação dos setores mais obscurantistas da sociedade, acompanhado dos seus ecos na imprensa, no seu papel de dirigente político da oposição.
. Esta etapa passou a esgotar – mesmo se seus efeitos ainda se fazem sentir -, segundo as pesquisas, levando a uma espécie de congelamento relativo das votações da Dilma e do Serra, com vantagem para ela, embora com oscilações possíveis de votos, devido ao nível de rejeição que a orquestração das distintas campanha conseguiu contra a Dilma.
. A retomada de iniciativa da pauta política pela candidatura da Dilma se deu pela retomada do tema das comparações entre os governos FHC-Serra e Lula-Dilma, em que o epicentro da privatizações ganhou destaque. Ao mesmo tempo, a campanha da Dilma desatou, em resposta à brutal ofensiva de acusações – assumidas formalmente algumas, sorrateiras as outras – acusações a Serra, que devem voltar a elevar seu nível de rejeição. A candidatura da oposição teve que retomar a defensiva, para responder seja às acusações que foi recebendo, seja no tema das privatizações e outros do governo FHC.
. Na reta final, a disputa se dará, pelo lado do Serra, de votos da Dilma – dado que a quantidade de indecisos não seria suficiente para superar a distância em relação a ela -, pela intensificação do lado obscurantista da campanha do Serra – que chegou a imprimir santinhos sobre Jesus e a verdade, como frase do candidato da direita, que trata de insistir no tema do aborto. A ferocidade e as calúnias tendem a aumentar, porque foi aí que o Serra encontrou sua forma de diminuir as distâncias, com a imprensa jogando papel de ainda maior protagonismo.
. Do lado da candidatura da Dilma, o retorno com intensidade do Lula à campanha favorece deslocar a polarização em torno das figuras da Dilma e do Serra, para a questão real: da continuação do governo Lula ou da retomada do governo FHC. Com os mais de 80% de popularidade, Lula tem a maior audiência, mais propensa a escutá-lo para enfrentar o dilema real do dia 31: prolongação e aprofundamento do caminho iniciado pelo seu governo ou restauração conservadora.
. A atitude mais agressiva da Dilma nos debates, a mobilização da militância política, os atos de apoio de distintas categorias e o trabalho dos governadores nos estados onde o governo saiu vencedor e da campanha nacional onde perdeu – são os fatores que podem levar à vitoria da Dilma no dia 31.

Fonte: Carta Maior

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Quem compara vota CERTO!! É #Dilma13!


Pra ficar informado acompanhe:

@UJSBrasil
@UJSPernambuco
@Linsmatheus

Firme na luta!

UNE e Ubes garantem apoio do movimento estudantil a Dilma




As duas principais entidades do movimento estudantil brasileiro decidiram, no começo desta semana, declarar apoio a Dilma Rousseff no segundo turno da eleição presidencial.

Tanto a UNE (União Nacional de Estudantes) quanto a Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) entendem que a missão maior do movimento é impedir a volta da “direita privatista” ao poder. 

“A diretoria plena da UNE, em reunião histórica, acaba de decidir indicar o voto para Dilma Rousseff Presidente da Republica”, escreveu no Twitter o presidente da UNE, Augusto Chagas. O debate, segundo ele, reuniu mais de 200 lideranças do movimento estudantil.  “A UNE não se pauta nos interesses de nenhum partido, governo ou pessoa. Nosso compromisso é com a historia d Brasil. Isto está em jogo no 2º turno”, agregou Chagas.

Já a Ubes, em nota, declarou que “mais uma vez colocará os caras-pintadas nas ruas para impedir a volta da direita ao poder”. De acordo com a entidade, “somente a candidatura de Dilma Rousseff reúne as condições para avançar ainda mais na construção de um País, justo, democrático e soberano, onde os movimentos sociais possam apresentar suas demandas e disputar os rumos desse novo Brasil que está nascendo”.

Manifesto de filósofos

Um grupo de professores e pesquisadores de Filosofia, de várias universidades do Brasil, lançou manifesto em apoio à candidatura de Dilma Rousseff para Presidência da República. "Cremos que sua chegada à Presidência representará a continuidade, aprofundamento e aperfeiçoamento do combate à pobreza e à desigualdade que marcou os últimos oito anos", diz o texto. Os profissionais da área também manifestam preocupação com o discurso religioso que dominou a campanha.

Para eles, “Dilma Rousseff tem sido alvo de campanha difamatória baseada em ilações sobre suas convicções espirituais e na deliberada distorção das posições do atual governo sobre o aborto e a liberdade de manifestação religiosa.” E manifestam confiança de que “um eventual governo Dilma Rousseff preservará o caráter laico do Estado brasileiro e conduzirá adequadamente a discussão de temas que, embora sensíveis a religiosidades particulares, são de notório interesse público.”

E recomendando o voto na candidata petista, o documento afirma que “Dilma Rousseff, se eleita, saberá proteger as liberdades públicas.” E enumera como liberdades pública o Estado laico e o respeito à diversidade de orientações espirituais, contra a instrumentalização política do discurso religioso.

Ao mesmo tempo, os profissionais de Filosofia denunciam que “há razões para duvidar que um eventual governo José Serra ofereça os mesmos prospectos”, lembrando “o desprezo com que os programas sociais do atual governo - em particular o Bolsa Família - foram inicialmente recebidos pelos atores da coligação que sustenta o candidato. Frente ao sucesso de tais programas, José Serra vem agora verbalizar sua adesão a eles, quando não arroga para si sua primeira concepção.”

E dizem ainda que as promessas feitas por Serra estão “em franco contraste com sua gestão como governador de São Paulo - sem esclarecer como concretizá-las. O caráter errático de sua campanha justifica ceticismo quanto à consistência de seus compromissos. Seu discurso pautado por conveniências eleitorais indica aversão à responsabilidade que se espera de nossos representantes. Ironicamente, os intelectuais associados ao seu projeto político costumam tachar o governo Lula e a candidatura Dilma de populistas.”

Serviço:
Professores (as) e pesquisadores (as) de Filosofia interessados em assinar o manifesto, devem enviar email com nome completo, vínculo institucional e demais informações que acharem relevantes para o endereço: manifestoprodilma@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Devido a vários pedidos de pessoas sem vínculo institucional na área da filosofia, a equipe que elaborou o manifesto decidiu criar uma petição "universal", com o objetivo de permitir que qualquer indivíduo apoie o manifesto original.

Leia o manifesto na íntegra em:

Fonte: Portal Vermelho 

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Direção Nacional da UJS se reúne para vencer com Dilma as eleições!


Em reunião durante os dias 11 e 12 de outubro, a União da Juventude Socialista avalia as eleições no primeiro turno e reagrupa a tropa para a batalha do segundo turno. A tarefa imediata é dar continuidade ao ciclo das mudanças iniciado por Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. Temos que superar o debate despolitizado do primeiro turno e debater com amplos setores da sociedade as necessidades do nosso país, modelos de desenvolvimento e quais as perspectivas para o futuro. Existe o risco real do Brasil voltar a ser governado pelo projeto neo-liberal de Serra e do PSDB, que visa privatizar nossas riquezas e deixar novamente nosso país de joelhos, submissos aos interesses internacionais. Não podemos regredir nenhum milímetro. Temos que reafirmar a cada instante qual Brasil que queremos. Disputar voto a voto para Seguir Mudando. Estamos firmes na LUTA!

Dia 31 é DILMA 13!