| ||||||||
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
31 de outubro de 1904 - Dia da saúde pública
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
De cabeça erguida, o PCdoB segue na luta
Dando seguimento à escalada de tentativas de desestabilização do governo da presidenta Dilma Rousseff, desde o último dia 15 o campo político reacionário do país, e veículos do monopólio de comunicação, desencadearam uma criminosa campanha difamatória contra o ministro Orlando Silva e o Partido Comunista do Brasil.
O PCdoB, neste momento, vem reafirmar a convicção na inocência e integridade de Orlando Silva no exercício da titularidade do Ministério do Esporte. Esta convicção é baseada na ausência absoluta de provas, na fonte desqualificada que o acusa, e na sinceridade e na segurança com que ele sustenta que não há fatos que o incriminem.
Ressaltamos que desde a primeira hora Orlando defendeu com altivez sua honra e dignidade. Demonstrando segurança de que tudo deriva de uma campanha difamatória, de pronto ele solicitou a investigação provocada pelo Procurador-Geral da República junto ao Supremo Tribunal Federal. Além disso, pediu à Polícia Federal e a outros órgãos de controle do Estado uma apuração rigorosa das falsas acusações que lhe foram lançadas. Também, abriu mão de seus sigilos telefônico, fiscal, bancário e de correspondência.
É importante assinalar que a gestão de Orlando Silva à frente do Ministério do Esporte elevou esta pasta a outra dimensão. Prova disso é a conquista da realização no Brasil da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Destacam-se, também, as políticas aplicadas e o sucesso que alcançaram tanto em termos de difusão massiva de práticas desportivas, quanto aos recordes alcançados pelo Brasil em competições e o aumento do número de nossos atletas com nível de desempenho internacional, como fica evidente com o desempenho da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos, no México.
O Partido Comunista do Brasil uma vez mais rechaça os ataques contra sua legenda igualmente caluniosos e sem provas. Nosso Partido tem 90 anos de história de luta e de heroísmo em defesa do Brasil e da democracia. Nossa legenda tem um perfil ideológico claro e um Programa Socialista que defende o fortalecimento da Nação e uma vida digna para o nosso povo. A verdadeira “caçada” movida contra ele pelo campo político reacionário do país e veículos do monopólio midiático vem do seu fortalecimento crescente na condição de um Partido contemporâneo e revolucionário.
Porém, entendemos que esse ataque não é somente contra a liderança de Orlando Silva e o nosso Partido. O objetivo das forças conservadoras e da grande mídia é golpear o governo da presidenta Dilma Rousseff quando ela lidera com êxito o enfrentamento dos efeitos da crise capitalista mundial sobre o Brasil.
O Partido e o companheiro Orlando Silva estão de cabeça erguida e altiva diante desta campanha infame. O tempo e as investigações irão demonstrar que tudo não passa de calúnia. A verdade – estamos convictos – vai prevalecer sobre a mentira. O PCdoB, com a unidade de seu coletivo militante e apoio do povo e dos aliados, reafirma seu compromisso com a luta pelo êxito do governo Dilma na sua missão de conduzir o Brasil à nova etapa de seu desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho.
Brasília, 26 de outubro de 2011.
Renato Rabelo
Presidente do Partido Comunista do Brasil-PCdoB
Fonte: http://www.renatorabelo.org
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O ciclo viciado da tentativa de destruir reputações
Por Luciano Siqueira*,
Para o Blog da Folha.
Futebol é jogo pesado, entra nele quem topa a parada – sempre escutei isso, desde criança, nas peladas do subúrbio onde morava, em Natal, no Rio Grande do Norte. E é o que comentaristas de nossas emissoras de rádio costumam repetir para justificar que, respeitando-se as regras, vale tudo. Inclusive o jogo violento.
Na política a coisa é parecida. O jogo é pesado, não cabem ilusões em relação a certos adversários dos quais se pode esperar tudo, menos conduta ética e respeitosa.
No Brasil de hoje, duas entidades se confundem na prática desse jogo pesado: uma parte da mídia, convertida em partido político, e os próprios partidos de oposição. O objetivo é desgastar e enfraquecer o governo central e todos os que a ele estejam aliados. Como é difícil o combate programático, se apela para o denuncismo sem limites, que em muito ultrapassa o papel vigilante que democraticamente se espera da imprensa.
Como dizia um então deputado pernambucano: “Em Brasília, se uma prostituta se dispuser a declarar a um jornal que fui com ela a um motel, a “notícia” é publicada. No dia seguinte, ela estará em seu ponto costumeiro, enquanto levarei no mínimo uns cinco anos para provar que é mentira”. Ou seja: planta-se a denúncia, sem a menor averiguação da veracidade, e cabe ao acusado se defender e provar a sua inocência, invertendo-se a equação jurídica.
A revista Veja, redundante nessa prática típica da chamada imprensa marrom, publica acusação feita por um insatisfeito, porque alvo de ação do Tribunal de Contas e da Justiça, provocada pelo Ministério do Esporte, que lhe obriga a devolver aos cofres públicos vultosa soma – justamente contra o ministro!
A revista não apresenta provas. O acusador, idem, inclusive em longo depoimento prestado à Polícia Federal. A Rede Globo, que na onda da Veja, fez igual estardalhaço, cobra da revista as tais provas que dizia ter, mas não se retrata. E como uma reação em cadeia, avalanche de matérias de mesmo sentido ocupa o centro do noticiário de toda a mídia, com raríssimas exceções. Colunistas dos grandes jornais de circulação nacional e da imprensa regional repetem o mesmo, agora tido como verdade absoluta – pouco importando a realidade dos fatos!
Iniciada a operação, importa agora forçar a queda do ministro. E tudo se faz nesse intuito. Até uma declaração intempestiva, desrespeitosa e atentatória à soberania do País de um dirigente da FIFA, que pretende “demitir” o ministro Orlando Silva, é traduzida em manchetes, sem aspas!
A Folha de S. Paulo põe como principal manchete de sua edição do último domingo uma acusação igualmente sem provas de um suposto pastor evangélico, filiado ao PP, que teria se frustrado na tentativa de conveniar com o Ministério do Esporte o Programa Segundo Tempo por se recusar à contrapartida de uma propina.
É luta política pesada, repito. Sem limites. Sem escrúpulos. Contra o governo, contra o ministro Orlando Silva e o seu partido, o PCdoB.
O jornalista Luis Nassif, experiente repórter que já passou pela Veja e pela Folha de S. Paulo, dentre outras empresas jornalísticas, tem caracterizado esse expediente como “máquina montada para destruir reputações”. E tem toda razão.
Uma “máquina” que terá seu fim quando a opinião pública elevar sua capacidade de discernimento e a correlação de forças permitir superá-la politicamente.
* Luciano Siqueira é Deputado Estadual e Presidente do PCdoB do Recife.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Os motores da calúnia contra o Ministro Orlando Silva
Diante da posição do ministério pela soberania das leis nacionais e contra interesses herméticos de meia dúzia de vira-latas que babam por uma fatia dos eventos esportivos bilionários de 2014 e 2016, a editora Abril desfruta de seu jornalismo marrom para difamar a moral do Ministro.
Desde que a Revista Veja publicou a reportagem no qual ONGs foram beneficiadas com o Programa Segundo Tempo por meio de convênio com o Ministério dos Esportes e receberiam recursos destinados ao acordo após pagamento de até 20% do valor do convênio a pessoas ligadas ao PCdoB, o ministro tornou-se alvo, mas a máquina de calúnias entra em contradição e aponta interesses abstrusos.
Os motores da calúnia
Partindo do pressuposto que a Editora Abril é apoiadora oficial para mídia impressa da FIFA para a Copa do Mundo no Brasil e a Revista Veja principal faceta deste conglomerado, há de concordar que, no mínimo, as acusações cheiram jornalismo de fachada.
Inegável que exista meia dúzia de urubus de olho na bandeira que a conquista dos eventos esportivos representa para o desenvolvimento do país. A gestão impecável do Ministro Orlando Silva, responsável por dar visibilidade ao setor e promover avanços inigualáveis, colocando milhares de jovens sem perspectivas na rota do progresso incomodou a oposição e outros interessados na fatia do bolo.
Mas não há festa, muito menos bolo. Prova disso é a postura do Ministro diante das premissas da FIFA, como por exemplo, a tensão entre o Governo Federal e a entidade esportiva em relação a Lei Geral da COPA , enviada pela presidenta ao Congresso. O Planalto exige que a lei seja inteiramente subordinada à Constituição, mas alguns itens não atendem às exigências da Fifa.
Essa calúnia tem o objetivo de desqualificar politicamente o ministro que não hesita em defender os direitos dos cidadãos brasileiros. Como de costume, a VEJA, panfleto da oposição, mais uma vez usou suas páginas sórdidas em prol de interesses políticos e contra o povo.
A fonte desqualificada
O Soldado da PM, João Dias Ferreira, fonte da revista Veja na inventiva matéria, não é flor que se cheira. Além de inúmeros processos e passagens pela cadeia, aparece também como dono de uma rede de academias de ginástica. Uma das pessoas apontadas por ele para reforçar sua tese acusatória, Célio Soares Pereira, é seu funcionário, gerente de uma das academias. Fator no mínimo intrigante e que o veículo deixou passar em branco na “reportagem”.
Segundo Jornal O GLOBO, PM acusador mora num palacete em condomínio fechado, com três carros importados na garagem. Seu salário bruto chega ao patamar de R$ 4.5000,00. E até agora o acusador não apontou nenhuma prova documental .
Para o Ministro Orlando Silva, as acusações podem ser uma reação ao pedido que fez para que o TCU investigue os convênios do ministério com a organização não governamental que pertence ao soldado. Além disso, a truculência do soldado só não supera sua falta de valores éticos e morais, prova disso é sua própria afirmação de que invadiu o gabinete de uma autoridade para exigir que livrassem sua cara do processo criminal e da obrigação de devolver ao Ministério R$ 3,16 milhões desviados no caso Shaolin, este mesmo resgatado da gaveta pela revista.
O Ministro diante de sua integridade abalada caluniosamente mantém sua postura transparente de apoiar qualquer investigação que seja realizada. E após cinco dias ainda aguarda provas. “Exijo o dinheiro público desviado por essa entidade. O que fiz foi combater o malfeito. E qual foi a reação de quem cometeu o delito? Acusa o ministro de Estado e não apresenta provas. Esses são os fatos”. Pela quarta vez, o ministro do Esporte, Orlando Silva, veio a publico esclarecer ataques à sua honra e ao trabalho do Ministério.
acesse o link e veja o site oficial da FIFA que tem como apoiadora a Editora Abril:
Fonte: Portal da UJS com Agências
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
PCdoB na TV vai rechaçar calúnias e defender cidades mais humanas
Na noite desta quinta-feira (20), a partir das 20h30, o programa de 10 minutos do PCdoB vai ar em rede nacional de televisão e rádio. Na peça, o partido defende cidades mais humanas e esclarece as recentes calúnias. Além do programa, o partido terá inserções de 30 segundos até 29 de outubro. A TV Vermelho acompanhou os bastidores da produção do programa, dias antes da farsa da Veja ir às bancas, e mostra um pouco do que o Brasil verá na noite desta quinta.
Inicialmente produzido para tratar integralmente da experiência do PCdoB na gestão de cidades mais humanas, o programa passou por mudanças para incluir a defesa do partido e de seu ministro contra os recentes ataques.
“O partido tem se preocupado, dentro de suas condições, em explicar à opinião pública o que está acontecendo e vamos fazer isso na TV”, afirma Renato Rabelo, presidente nacional do partido.
Um dos pontos altos será a fala do ministro do Esporte, Orlando Silva. Apoiado por dirigentes e militantes não só do PCdoB mas também de outros partidos, o ministro deve ser duro contra as acusações sem provas de um sujeito já condenado pela Justiça.
Cidades humanas
O programa traz pré-candidatos do PCdoB à prefeituras importantes do país, como Alice Portugal, em Salvador, Netinho de Paula, em São Paulo, Manuela D’Ávila, em Porto Alegre, e Perpétua de Almeida, em Rio Branco. Além destas capitais há ainda outras que deverão ter candidatos comunistas nas eleições de 2012.
Um dos destaques do programa é a gestão comunista da cidade histórica de Olinda (PE). Com a experiência de quase 12 anos a frente da prefeitura, o partido destacará ações que geraram grandes mudanças na vida das pessoas.
O senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), relator do aprovado Estatuto das Cidades, também está no programa que evidencia soluções para que as cidades cresçam com menos desigualde e mais desenvolvimento.
A equipe de produção do programa passou pelo teste de superação e conseguiu realizar as mudanças de última hora tão necessárias frente às calúnias divulgadas. Todas as peças que irão ao ar a partir desta quinta-feira tiveram a direção artística do publicitário Marcelo Brandão e a coordenação política de Kérisson Lopes, da Comissão Nacional de Comunicação do PCdoB.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A batata na chaleira esportiva
A Reuters, finalmente, “levanta a bola” de uma jogada à qual ninguém estava dando atenção e publica hoje a seguinte matéria.
O governo avalia que a denúncia contra o ministro do Esporte, Orlando Silva, traz benefícios para Fifa e CBF, como na negociação da Lei Geral da Copa, que começou a tramitar na Câmara dos Deputados na semana passada, disse à Reuters uma fonte do governo.
A aprovação dessa legislação é cobrada pela federação internacional para realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 e inclui normas desde o valor dos ingressos até a proteção das marcas de patrocinadores no país, por exemplo.
Essa fonte, que pediu para não ter seu nome revelado, afirmou que o clima no governo em relação às duas entidades é de beligerância e que o Executivo não tentará impedir a criação de uma regra que permita a cobrança de meia-entrada para estudantes nos jogos da Copa de 2014.
Essa era uma das principais reclamações da Fifa e até agora o governo vinha argumentando que a meia-entrada para estudantes era determinada por legislações estaduais. Deixar livre para o Congresso a criação de uma legislação federal sobre o tema seria o primeiro gesto político para o governo mostrar que será mais firme na negociação com a Fifa a partir de agora.
A indignação do governo com o tratamento recebido das duas entidades é crescente, segundo relato dessa fonte, e a relação chegou no seu pior momento agora.
No fim de semana, a revista Veja publicou reportagem segundo a qual organizações não-governamentais que realizam convênios com o Ministério dos Esportes no âmbito do programa Segundo Tempo só receberiam os recursos destinados ao acordo após pagamento de até 20 por cento do valor do convênio a pessoas ligadas ao PCdoB, partido do ministro.”
Os jornalistas brasileiros são muito bem informados e inteligentes, em geral. E quando escrevem fora dos grandes jornais começam a achar as estopas com que se pregam certos pregos…
Em tese, o enfraquecimento do Governo, com as acusações ao Ministro do Esporte, facilita a imposição dos apetites leoninos da Fifa. E tira de cena as investigações sobre o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.
Já dizia o antigo comentarista Ruy Porto, da TV Tupi, que a melhor defesa é o ataque, não é?
Ainda mais quando está o que está em jogo não é a bola, mas uma bolada.
Fonte: Tijolaço
Assinar:
Postagens (Atom)



